Publicado em Junho 17, 2007 por emerson
Caros leitores, peço desculpas pela falta de atualização dessa porr$, mas eu estou sem internet por tempo indeterminado. Tentarei responder as perguntas o mais cedo possível. Volto com novos posts assim que tudo estiver arrumado por aqui.
Valeu.
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Publicado em Abril 20, 2007 por emerson
Depois de ouvir reclamações sobre os preços de docks para iPod resolvi apresentar uma maneira mais econômica de construir seu próprio amplificador.
O custo do projeto é ridículo se comparado aos produtos comerciais, em torno de R$ 150 a versão mono e R$200 a estéreo. E o som é bem mais alto que essas caixinhas acústicas de PCs.
Os docks profissionais podem ter vários acessórios como carregador, porta USB, CD player, etc. O nosso dock será na verdade um simples amplificador. Para fabricá-lo você precisa ter uns conhecimentos básicos em eletrônica, nada complicado já que não precisa de cálculo algum, e eu posso dar as dicas. Recomendo que você leia o material produzido por Laércio Vasconcelos e baixe também esta apostila.
O projeto é baseado no circuito integrado TDA2003 que fornece 10W de RMS. Os componentes eletrônicos necessários podem ser facilmente encontrados em lojas especializadas ou até mesmo na internet. Antes de mais nada você deve decidir se construirá um amplificador mono de 10W ou estéreo de 20W (com dois alto falantes). Se escolher o modelo estéreo, dobre a quantidade dos componentes exceto fonte, plug P2 e potenciômetro:
01 circuito integrado TDA2003
01 dissipador de calor para o TDA2003
01 capacitor cerâmico de 10nF
01 capacitor eletrolítico de 1uF/16V
01 capacitor eletrolítico de 220uF/16V
01 capacitor eletrolítico de 470uF/16V
01 capacitor eletrolítico de 47uF/16V
01 capacitor eletrolítico de 1000uF/16V
01 resistor de 10Ω
01 resistor de 330KΩ
01 resistor de 100KΩ
01 resistor de 330Ω
01 resistor de 2Ω
01 potenciômetro mini de 100KΩ
01 Alto-falante de 4Ω e no mínimo 10W
01 plug P2 estéreo (3,5mm)
Fios para ligação
Caixa de madeira para abrigar o circuito e o alto-falante
01 Fonte ATX genérica
Esse é o desenho do circuito:
Os dois desenhos abaixo são respectivamente, o lado cobreado da placa (circuito impresso) e o lado superior com os componentes. Para quem não tem nenhuma noção de como confeccionar um placa de circuito impresso vou dar quatro opções: contratar uma empresa especializada (caríssimo), comprar um protoboard, comprar uma placa universal ou aprender com alguns tutoriais:
CaseModBr (excelente!)
JF Moreira
UFRGS
Forum PCs
Finalizando a placa é hora de soldar os componentes. Se não sabe como fazer isso aproveite e aprenda aqui.
E esse é o esquema final:
Dicas:
1- Para ligar a fonte de alimentação ao circuito, utilize os fios amarelo e preto do conector de disquete.
2- Qualquer mp3 player pode ser ligado ao amplificador.
3- Não adianta comprar um alto-falante de 250W pensando que o som será mais alto, quem manda é o amplificador.
4- No lugar da fonte atx, pode-se usar qualquer fonte de 2A ou mais, ou bateria de carro.
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Publicado em Abril 16, 2007 por emerson
Achei dois excelentes blogs sobre administração de empresas. Apesar de ter muito material pra publicar, decidi esquecer esse assunto. Deixa pra quem entende.
Portal da Administração
ADMPura
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Publicado em Abril 14, 2007 por emerson
Para começar a série de post sobre a Formula 1, nada melhor do que o coração dos carros. Por 10 anos os motores foram potentes V10 aspirados de 3.0 litros. Esses motores atingiam facilmente 22.000 rpm e mais de 1.000 hp. Em 2006 a FIA mudou as regras para melhorar a segurança dos pilotos. Hoje os motores são V8, 2 cilindros por linha em 90º, de 2.4 litros, 4 tempos, aspirados naturalmente, sem compressão e sem turbo, e com no máximo 4 válvulas por cilindro (2 de admissão e 2 de escape). O diâmetro máximo dos cilindros é 98 mm. Com dois cilindros a menos que os V10, a potência caiu 200 hp e os giros agora atingem menos de 20.000 rpm.
Os motores consomem em torno de 650 litros de ar por segundo. O aquecimento gerado durante o funcionamento chega a 100.000 BTU. No escapamento os gases saem a mais 1.000 ºC. O consumo de combustível gira em torno de 75 litros a cada 100 km, ou seja, 0,75 1,33 km por litro (e você acha que seu carro gasta muito!). Mesmo com esse consumo um motor de Formula 1 é 20% mais eficiente que um carro de passeio.
Os intercoolers, que resfriam ar antes de entrar no cilindro não são permitidos, como também a injeção de qualquer substância diferente de ar e combustível. Sistemas de exaustão com geometria variável também são proibidos. O eixo do comando de válulas e o virabrequim devem ser obrigatoriamente de aço ou ferro fundido. Compostos de carbono não podem ser utilizados no bloco do motor, no cabeçote e no pistão. Para as outras peças, apenas são permitidos o Ferro, o Alumínio e o Titânio. As ligas são proibidas.
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Publicado em Abril 13, 2007 por emerson
Para os pára-quedistas que aqui chegam atrás de Técnicas de Negociação, aí vai uma dica: a Você S/A. tem uma coleção de livros para administradores, e entre eles está Negocie, Influencie e Convença, de Alan Fowler. O livro ensina como entender e persuadir pessoas, como resistir a manipulações e as técnicas que conduzem a entendimentos e acordos.
Para os interessados, também tenho outros 11 livros da coleção.
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Publicado em Abril 5, 2007 por emerson
A PLC (Power Line Communications) permite o acesso à internet de alta velocidade através da rede elétrica. O funcionamento é bem parecido com a banda larga via linha telefônica (ISDN). Apesar das reclamações, em 2005 os estado de Virginia nos EUA passou a oferecer conexão de 10 Mbps por U$30 para seus 35.000 habitantes. O sistema já foi implantado a mais de 4 anos na Europa, e recentemente comercializado na Alemanha e na Suécia. No Brasil, a partir de 2000/2001, algumas companhias como Eletropaulo Telecom, Light, Copel, Celg e Cemig fizeram diversos testes com o sistema, porém até hoje nenhum produto foi apresentado ao consumidor.
A CEMIG fez seus testes em dois bairros de Belo Horizonte, Belvedere e Vila Paris. Foram disponibilizados 40 pontos de acesso de 2 Mbps. O equipamento produzido pela Ascom era capaz de atingir 4,5 Mbps. Um aparelho chamado Master faz a interface entre o backbone e a rede elétrica. O sinal injetado na linha é capturado por um repetidor instalado no relógio medidor do usuário (desnecessário em alguns casos). Dentro de casa, um modem PLC conectado à tomada elétrica fornece a conexão ao PC através de porta Ethernet ou USB. Nada complexo.
Os usuários que participaram do projeto piloto se queixaram de instabilidade em alguns horários, problema que foi corrigido. Um dos pontos que mais recebeu elogios foi a taxa de download elevada. Veja o resultado das últimas 400 avaliações feitas por 35 usuários no quesito “qualidade de acesso”:
Segundo o relatório final da CEMIG, a principal causa de variação na qualidade de acesso se deve à variação de carga da rede elétrica. Qualquer oscilação na rede elétrica provoca queda de desempenho no sistema. Portanto seria necessário o aperfeiçoamento dos equipamentos para adequá-los à realidade brasileira.
Ok, estamos em 2007 e até agora não vi novidades. Tudo bem que financeiramente não parece muito vantajoso, já que o usuário além de pagar pelo modem e a assinatura, pagaria pelo repetidor. Como vantagem fica a desobrigação de ter uma linha telefônica e a facilidade de instalação. Quais serão os reais motivos para não comercializar as PLC’s?
Segundo especulações, falta apenas a homologação da Anatel.
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Publicado em Março 31, 2007 por emerson
Este é um projeto de motor a jato montado apenas com componentes de fácil obtenção no mercado nacional: turbina de automóvel, tanque e bomba de óleo lubrificante, e GLP (gás de cozinha). O motor pode servir como propulsor para veículos pequenos, como barcos, kart, e o que sua imaginação permitir. Não é tão complicado quanto parece, mas é imprescindível ter habilidade com mecânica básica, e ter consciência dos perigos que se corre na hora do funcionamento.
O turbo nos automóveis funciona da seguinte maneira: os gases quentes que saem pelo escape são direcionados para dentro do turbo, girando um eixo. Este lado do turbo, que é ligado ao outro pelo eixo, puxa o ar atmosférico do filtro de ar. Esse ar é comprimido dentro do turbo e em seguida é enviado para dentro do motor, enriquecendo a mistura e proporcionando maior potência.
Nossa turbina funciona de outra forma: o ar atmosférico é puxado por um lado do turbo (em azul na figura abaixo), comprimido e direcionado em alta velocidade para dentro da câmara de combustão (em roxo). Nessa câmara, o combustível é injetado e misturado ao ar. Um centelhador (como as velas de carro) dá início à combustão. Os gases dessa combustão são puxados pelo outro lado da turbo (em vermelho) e direcionados em altíssima velocidade para fora dele. Esse jato expelido gera uma força chamada empuxo, gerando propulsão. O seguinte ciclo se estabelece: o ar puxado para a câmara, queima com o combustível, movimentando o turbo e puxando mais ar para a câmara.
O princípio de funcionamento é o mesmo utilizado nas turbinas de helicópteros, tanques M1, e aviões, como o A380. Mas existem outras aplicações curiosas. Em países com inverno rigoroso, a turbina é empregada para derreter o gelo das estradas. Em corridas como Fórmula Indy e Fórmula 1, a turbina serve para secar as pistas. Até termoelétricas se aproveitam das turbinas para aquecer as caldeiras.
Vamos dividir nosso protótipo em quatro partes: turbocompressor, câmara de combustão, sistema de lubrificação e acessórios.
Clique aqui e leia mais…
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Publicado em Março 25, 2007 por emerson
Apesar de toda tecnologia, mesmo sem muito tempo de uso, alguns monitores de LCD podem apresentar falhas nos pixels. Porém muitos desses pontos podem ser consertados. Existem basicamente dois tipos de defeitos: dead pixels e stuck pixels. O dead pixel ocorre geralmente por queima dos transistores que acionam os pixels, deixando um ponto escuro na tela. Nesse caso o conserto não é possível. Já os stuck pixels são aqueles pontos que ficam acesos de cor diferente do resto da imagem. O que acontece é um mau funcionamento dos transistores ou má distribuição do líquido que compõe a camada interior. Existem vários artigos na rede ensinando a resolver o problema. Aqui vão algumas dicas simples.
1º Método (por software)
Existem vários softwares para detecção e correção dos pixels. Todos funcionam basicamente trocando as cores exibidas rapidamente durante um grande período. Estes são os mais usados:
JScreenFix
UDPixel
LCD Stuck Pixel
2º Método
Desligue o monitor e limpe a tela com um pano úmido. Você vai precisar de uma ferramenta de ponta arredondada, como uma caneta esferográfica de ponta grossa (famosa BIC) ou um lápis. Enrole o mesmo pano na ponta da caneta para não arranhar a tela. Faça pressão com a caneta apenas em cima do pixel. Agora, mantendo a pressão sobre a tela, ligue o monitor (o computador também, claro). Após a imagem aparecer, retire a caneta, e pronto. Se não funcionar, talvez você tenha aplicado a força necessária, tente novamente.
3º Método
Ligue o monitor e use uma imagem preta para encontrar os pixels defeituosos. Também com uma caneta de ponta grossa, coloque-á sobre o pixel e bata levemente sobre a caneta (eu disse LEVEMENTE). Quando terminar, use uma imagem branca para certificar que você não danificou mais ainda o monitor.
Atenção:
1 – Vale lembrar que esses defeitos são característicos do processo de fabricação. Isso significa que alguns monitores podem vir de fábrica com eles. Porém existe um limite determinado por cada empresa. Se você tem LCD na garantia, verifique o manual quantos pixels defeituosos são aceitáveis. Se passar do limite, você pode trocá-lo.
2 – Estes métodos também podem ser aplicados aos monitores de câmeras digitais, celulares, TVs, etc. Entretanto, não funcionarão em telas de plasma, que são construídas com gases como neon e xenon.
3 – Nunca testei nenhum dos métodos. Faça por sua conta e risco.
Fonte: WikiHow
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Publicado em Março 22, 2007 por emerson
Enquanto estudantes brasileiros apresentam seus “projetos” na Febrace, lá fora, Thiago Olson construiu um reator nuclear no porão de casa usando materiais comprados no eBay. Estudante de Michigan, Olson pesquisou por 2 anos o material que seria necessário para construir a máquina. Segundo Robert Bussard, físico nuclear, a máquina é radioativamente inofensiva. Até o Departamento de Saúde de Michigan aprovou o projeto.
A fusão nuclear ocorre quando dois núcleos de hidrogênio se chocam formando um núcleo de hélio e liberando muita energia. É o mesmo processo que ocorre nos Sol. Felizmente a reação em cadeia pode ser controlada tornando possível gerar energia elétrica nas usinas nucleares.
O reator de Olson gera um ponto minúsculo de plasma de 200 milhões de graus Celsius, várias vezes mais quente que o núcleo do Sol. Entretanto, ainda não é possível gerar energia, pois a máquina consome mais do que produz.
Apesar da falta de matéria-prima para os inventores do Brasil, acho que passou da hora da “criançada” abrir o olho. Sempre visito feiras de ciência das escolas da minha região, inclusive do “vale da eletrônica”, e os projetos apresentados pelos estudantes ainda têm um nível muito baixo. O que eu tento fazer neste blog é abrir nossos olhos para a tecnologia de baixo e alto custo, mostrar o que é possível fazer com pouco investimento.
ps: todo mundo já deve ter visto esta notícia, a diferença é que eu estou montando um post ensinando alguns passos para construir coisa parecida.
Matéria publicada na Discover Magazine.
update: Achei a história de David Hahn muito parecida com a de Thiago Olson. De qualquer forma isso parece muito mais perigoso e demorado do que eu pensava.
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Publicado em Março 22, 2007 por emerson
O fato de haver 7 monitores LCD e dois laptops num único escritório não é o problema. Mas pra uma única pessoa?! Stefan Didak trabalha com dezenas de máquinas virtuais rodando em cada computador. O cara desenvolve softwares para 5 empresas. O hardware envolvido no processo mereceu até site: 10 máquinas e 2 laptops com especificações de ponta, além de switches, roteadores, modems, mixer de 6 canais, quatro monitores Hyunday, dois BenQ e um HP com resoluções de 2560×2048, 2560×1024 e 6400×1024.
Segundo Stefan, existem mais pessoas usando os sistemas remotamente via VPN, e o número de monitores aumenta a produtividade na hora de gerenciar tudo. Somando por cima, Stefan tem 79 GB de RAM e mais de 20 TB de armazenamento.
De quebra, o cara diz como convencer a esposa a aceitar tudo isso:
“then first, convince her of the importance of the setup, provided of course you don’t need to lie about it and have a good reason to operate a setup like that. Then convince her that the investments will pay for itself, provided of course you can make it pay off. Never ever use money from a joint account to go on a shopping spree and never ever stick yourself into ANY debt to buy yourself such an elaborate setup. Then get her interested in technology if she wasn’t already. If any of those steps fail, get a different wife or simply forget about building yourself a NASA Mission Control office.”
Sinceramente ainda acho que o cara abre MSN, Orkut, Firefox, Counter Strike, e sei lá mais o quê em cada monitor, só pra não ter que usar ALT+TAB. Ou então uma câmera do BigBrother em cada, vai saber.
Mais imagens no site Stefan’s Home Office.
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